Na natureza, demonstrar fraqueza ou dor pode tornar um animal um alvo fácil para predadores. Nossos cães e gatos domésticos ainda carregam esse instinto ancestral e, por isso, são verdadeiros mestres em esconder qualquer tipo de desconforto.
Eles raramente vão chorar, ganir ou mancar logo no início de um problema. Na maioria das vezes, a dor se manifesta através de mudanças muito sutis na rotina e na personalidade do animalzinho. Como tutores apaixonados, precisamos ter um olhar atento aos pequenos detalhes.
Se o seu pet apresentar algum dos sinais abaixo, acenda o sinal de alerta:
1. Mudanças repentinas de comportamento
Um cachorro que sempre foi dócil e festeiro começou a rosnar quando você tenta pegá-lo no colo? Um gato super carinhoso passou a fugir de carinhos na região das costas? Agressividade súbita, irritabilidade e falta de interesse em brincadeiras que antes ele adorava são respostas clássicas à dor. Ele não está ficando “chato”, ele está se protegendo.
2. Isolamento e busca por esconderijos
Esse comportamento é extremamente comum, especialmente nos felinos. Quando estão sentindo dor, eles tendem a procurar lugares escuros, isolados e de difícil acesso (como embaixo da cama, dentro do guarda-roupas ou em cantos distantes da casa) para sofrerem em paz e se sentirem seguros.
3. Lambedura excessiva em um local específico
Quando nós sentimos dor, nosso instinto é esfregar a região, certo? Os pets fazem isso lambendo o local. Se o seu cão ou gato está lambendo freneticamente uma pata, uma articulação específica ou a região do abdômen, isso pode ser um sinal de dor articular, machucados invisíveis sob o pelo ou até mesmo cólicas.
4. Alterações no sono e dificuldade para deitar
A dor altera o descanso do animal. Alguns pets passam a dormir muito mais do que o normal por causa da prostração. Outros, no entanto, não conseguem dormir: ficam andando pela casa de madrugada, sentam e levantam repetidas vezes ou ficam trocando de lugar porque não encontram uma posição confortável que alivie a dor.
5. Postura encurvada ou relutância ao movimento
Observe a linguagem corporal do seu amigo. Andar com a coluna encurvada para cima (como se estivesse “encolhido”), manter a cabeça muito baixa, as orelhas caídas ou o rabo abaixado entre as pernas são sinais claros de desconforto intenso. Além disso, se ele costumava pular no sofá e agora hesita ou pede ajuda, suas articulações podem estar comprometidas.
Você notou algum desses comportamentos no seu animalzinho? Não cometa o erro de medicar seu pet por conta própria com remédios humanos, pois isso pode causar intoxicações graves e até fatais. Dor não é frescura e não desaparece sozinha.
Aqui na Clínica Dr. Alyson, no bairro de Fátima, temos a experiência e os equipamentos necessários para descobrir a origem desse incômodo e devolver o bem-estar ao seu melhor amigo.
O seu pet não pode falar, mas ele pede ajuda de outras formas. Clique no botão do WhatsApp e agende uma avaliação clínica conosco para garantir que ele volte a ter uma vida feliz e sem dor!
